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Diagnóstico de câncer colorretal: como ele é feito?

Diagnóstico de câncer colorretal: como ele é feito?
Autor(a): Ligia Alencar de Toledo
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Atualmente, o câncer colorretal é o terceiro mais incidente na população geral. No Brasil, é responsável por aproximadamente 20 mil mortes ao ano. Trata-se de um dos raros tumores que pode ser verdadeiramente evitável desde que detectado na sua forma mais precoce, ou seja, pólipos (adenomas).

As neoplasias malignas colorretais podem demorar entre 10 a 30 anos para se desenvolverem, desde os primeiros processos mutacionais celulares até o processo tumoral instalado.

Durante essa fase de evolução, é possível, através de exames de imagem, fazer a detecção precoce dessas lesões pré-malignas e sua exérese, prevenindo assim o desenvolvimento de uma neoplasia de cólon futura. Para isso deve-se atentar à idade para início dos exames de rastreio, fatores de risco e quais os exames que deverão ser realizados.

Com relação à idade, para os pacientes sem história familiar de câncer colorretal e/ou síndromes hereditárias como polipomatose familiar e doença inflamatória intestinal, o rastreio deve-se iniciar a partir dos 50 anos de idade. Em contrapartida, para os indivíduos com risco pessoal e familiar aumentado para desenvolver a doença, o rastreio deve ser personalizado e sob orientação do seu médico oncologista.

Os principais fatores de risco para a neoplasia colorretal são:

  • Idade maior 50 anos
  • Sexo masculino
  • Síndromes hereditárias (polipomatose familiar)
  • Doença inflamatória intestinal
  • História familiar de câncer colorretal
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas
  • Dieta pobre em fibras e rica em carnes vermelhas e processadas

Os exames preconizados para rastreio e diagnóstico são:

  • pesquisa de sangue oculto nas fezes
  • colonoscopia / retossigmoidoscopia

Importante ressaltar que os tumores colorretais podem ter evolução silenciosa e vale-se atentar para alguns sinais e sintomas mais prevalentes durante seu desenvolvimento:

  • Anemia
  • Sangramento nas fezes
  • Mudança no hábito intestinal
  • Dores abdominais
  • Perda de peso

Se a pesquisa de sangue oculto nas fezes vier positiva, obrigatoriamente deverá ser feito um exame endoscópico para investigação do sangramento.

Caso o exame endoscópico detecte um pólipo ou uma lesão volumosa, é colhido material para biópsia e enviado para análise. A partir do resultado dessa biópsia, será definido se é uma lesão com características benigna ou maligna. Em se tratando de um tumor maligno, deverá ser traçado uma estratégia de tratamento em conjunto com seu médico oncologista.

Geralmente, o tratamento dos cânceres colorretais abrangem tanto o tratamento cirúrgico quanto quimioterápico, associado ou não a radioterapia. As abordagens terapêuticas variam muito para cada paciente e devem ser personalizadas e individualizadas, sempre de forma multiprofissional, a fim de garantir os melhores resultados e manutenção do bem-estar e qualidade de vida.

O entendimento sobre o diagnóstico de câncer colorretal é essencial para entender como a doença é detectada e ressalta a importância de iniciar o tratamento o mais cedo possível para aumentar as chances de cura. Consulte o seu médico para receber o aconselhamento adequado para sempre viver com saúde.

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